Construcción del conocimiento didáctico del contenido sobre un tema CTS (la unión de dos culturas) por una profesora universitaria al aplicar una secuencia de enseñanza y aprendizaje

  • María Mercedes Callejas Restrepo Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales
  • Ángel Vázquez Alonso Universidad de las Islas Baleares
  • Edelmira Ochoa Camacho Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia
Palavras-chave: Professor da Educação Superior, Ensino da Natureza da Ciência e Tecnologia, Sequências de ensino-aprendizagem, Conhecimento Didático de Conteúdo, Duas Culturas

Resumo

Para o projeto EANCYT (Ensino e Aprendizagem da Natureza da Ciência e Tecnologia) importa uma formação de professores que tenha como sentido a melhoria da compreensão sobre da natureza da Ciência e Tecnologia. Este artigo apresenta a experiência formativa de uma professora universitária, colaboradora do projeto EANCYT, ao desenvolver a sequência de Ensino e Aprendizagem – SEA – Duas culturas ou dois preconceitos? numa disciplina eletiva interdisciplinar “Consolidação da cultura científica”, do IV semestre do programa de formação para professores da Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia. No processo de investigação, a professora faz o planeamento em três fases: aplicação do pré-teste, desenvolvimento da SEA e aplicação do pós-teste. Posteriormente, a docente reflete sobre a sua ação e utiliza duas formas complementares para recolher e apresentar por escrito a informação relacionada com o Conhecimento Didático do Conteúdo (CDC): Representação sobre Conteúdos (Reco) e Repertório de Experiência Profissional e Didática (Rex-PyD) (Loughran, Berry, & Mulhall, 2012; Vazquez & Rodriguez, 2014). Em referência à taxonomia de tópicos Ciência, Tecnologia, Sociedade, Meio Ambiente (Vázquez, 2014), o ensino da junção de duas culturas permite o debate a respeito da influência da ciência escolar sobre sociedade, além de destacar aspetos relacionados com a integração ou separação das duas culturas.

Publicado
2016-07-05
Secção
Formação de Professores – Que avanços e boas práticas partilhar?