Uma objectividade elementar, para uma subjectividade artística

Authors

DOI:

https://doi.org/10.34624/sopcom.v0i0.15724

Abstract

Num universo, onde todos os conceitos são questionados, todos os valores ponderados, e onde a cada dia assistimos a (re)avaliações e (re)validações no domínio das artes, interessa também problematizar a sua função comunicativa. O humano, fruidor de arte (simultaneamente objectiva e subjectiva), analisa toda a objectividade informacional contida na obra, daí resultando uma significação pessoal, e subjectiva, caracterizando o processo artístico como “não comunicativo”. Não se prestará, portanto, à frustração, qualquer intenção por parte do criador, de transformar as suas obras, em objectos, para veicularem mensagem?

References

Published

2005-01-01