External determinants and some linguistic characteristics of Portuguese during its transition to the Orient

Authors

DOI:

https://doi.org/10.34624/ro.v0i1.26211

Keywords:

Middle Portuguese, Classic Portuguese, Linguistic factors, Extralinguistic factors, Linguistic diaspora

Abstract

If we consider the Portuguese language that arrived in the Orient, it is essential to characterize, internally and externally, two fundamental chronological periods of Portuguese: the middle period and classical Portuguese (Bechara, 1991; Maia, 1995). As for the so-called Middle Portuguese, chronologically, this sub-period goes from the 15th century to the middle of the 16th century, as has been assumed until now. The designation used here, favored by Lindley Cintra, suggests precisely that it is a transitional phase between its origins and a period considered “classic”, a designation, by the way, to which Vázquez Cuesta, in turn, prefers to apply the term of «pre-classical Portuguese». As far as classical Portuguese is concerned, this period goes from the mid-16th century (or even late 15th century) to the mid-18th century. This term is used mainly by Lindley Cintra (1963) and Vázquez Cuesta (1986). Thus, this text proposes a linguistic description (as well as a consideration of extralinguistic factors) of this chronological segment (mainly from the 15th and 16th centuries), with a view to establishing the main linguistic characteristics that characterized the Portuguese language at the time of its diaspora to the Orient.

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Published

2021-10-15

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Articles