What are the predictors of clinical improvement in adolescents with chronic neck pain after pain neuroscience education and exercise? – secondary analysis of a randomized controlled trial

Autores

DOI:

https://doi.org/10.34624/jshd.v4i1.29023

Palavras-chave:

Adolescentes; Educação em Neurociência da Dor; Exercício; Preditores; Melhoria Clínica

Resumo

Um estudo recente sugeriu que intervenções baseadas em educação em neurociência da dor e exercício são igualmente efetivas no tratamento da dor cervical (NP) em adolescentes. No entanto, não foi possível encontrar nenhum estudo que explorasse os fatores de resposta ao tratamento. Assim, este estudo teve como objetivo explorar se dados sociodemográficos, características da dor, fatores psicossociais, sono, sintomas de sensibilização central, limiares de dor e resistência muscular na avaliação inicial previam melhoria clínica ao usar diferentes critérios: Impressão Global de Mudança do Paciente (PGIC) e alteração na Escala Numérica de Dor (END) para intensidade da dor e no Inventário de Incapacidade Funcional (IFF) para incapacidade, no pós-intervenção e follow-up de 6 meses. Este estudo é uma análise secundária de um estudo controlo e randomizado realizado em 127 adolescentes com NP. Para classificar os adolescentes que melhoraram, foram utilizados critérios: i) relatar uma PGIC≥5, ii) ≥50% de redução da intensidade da dor na END, iii) ≥50 % de redução de incapacidade no IIF, e iv) ≥50% de redução no END e no IIF, em relação à avaliação inicial. Análises de regressão logística independentes foram usadas para explorar associações univariadas ​​e multivariadas ​​entre as variáveis ​​independentes e dependentes (melhoria clínica). No pós-intervenção, foi encontrado um modelo multivariado para melhoria de 50% no IIF em que a idade mais avançada (OR=0.64, p<0.05) e atividade física moderada (OR=1.00, p<0.05) permaneceram associadas a uma diminuição e aumento da probabilidade de melhoria, respetivamente. Aos 6 meses, foram encontrados dois modelos: i) melhoria de 50% na END, na qual uma maior incapacidade (OR=0.94, p<0.05) permaneceu associada à diminuição da probabilidade de melhoria e ii) melhoria de 50% no IIF em que ter dor frequentemente (OR=0.23, p<0.05) e maior resistência dos flexores do pescoço (OR=1.07, p<0.05) foram associados à diminuição e aumento da probabilidade de melhoria, respetivamente.

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Publicado

20.07.2022

Como Citar

What are the predictors of clinical improvement in adolescents with chronic neck pain after pain neuroscience education and exercise? – secondary analysis of a randomized controlled trial. (2022). Journal of Statistics on Health Decision, 4(1), 76-79. https://doi.org/10.34624/jshd.v4i1.29023

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