#Repealsnewsecondaryeducation: spacial syntaxes on the (non) reform of Brazilian secondary education
DOI:
https://doi.org/10.34624/id.v16i4.37534Keywords:
high school, secondary education reform, revocationAbstract
What are the spatial syntaxes linked around #revogaensinomedio on the social networks Instagram and X? The aim is to understand how these social networks contribute to expanding the debate on the place of secondary education reform initiated by law 13415/17. The theoretical framework is anchored in Cyberculture subsidies proposed by Pierre Levy (2010), Robert Kozinets (2014) and with regard to High School, we opted for critical contributions from Acacia Kuenzer (2000) and Juarez Dayrrel (2011) in which refers to life and schooling projects at this stage. The methodology used is structured in a Netnography, that is, virtual ethnography. The results indicate that social networks have helped to keep the discussion around this teaching stage alive, mainly signaling syntaxes of political dissatisfaction.
Downloads
References
Arroyo, M. G. (2014). Currículo, território em disputa. Editora Vozes Limitada.
De Certeau, M. (2012). A invenção do cotidiano: artes de fazer.
Choudhury, N. (2014). World wide web and its journey from web 1.0 to web 4.0. International Journal of Computer Science and Information Technologies, v. 5, n. 6, p. 8096-8100. https://ijcsit.com/docs/Volume%205/vol5issue06/ijcsit20140506265.pdf.
D’angelo, P. (2023) Pesquisa sobre o Instagram no Brasil: dados de comportamento dos usuários, hábitos e preferências no uso do Instagram.[S.l.]. https://blog.opinionbox.com/pesquisa-instagram/
Frigotto, G., Ciavatta, M., & Ramos, M. (2004). Concepção e experiências de ensino integrado. A gênese do Decreto, (5.154), 29-51.
Frigotto, G. (2012). Concepções e mudanças no mundo do trabalho e o ensino médio. In: Frigotto, G.; Ciavatta, M.; Ramos, M. (org.). Ensino médio integrado: concepção e contradições. São Paulo: Cortez, p. 57-82.
Furtado, R. S. & SILVA, V. V. A. (2020). A reforma em curso no ensino médio brasileiro e a naturalização das desigualdades escolares e sociais. Revista e-Curriculum, v. 18, n. 1, p. 158-179, https://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/view/45763 .
Guimarães, T. & Cordeiro, R. I. N. (2023). O instagram e as hashtags como recurso para a recuperação da informação. Ámbitos: Revista internacional de comunicación, 53, 82-103. https://revistascientificas.us.es/index.php/Ambitos/article/view/15859.
Han, B. C. (2018). No enxame: perspectivas do digital. Editora Vozes Limitada.
Kemp, S. (2023). Global Overview Report. https://datareportal.com/reports/digital-2023-global-overview-report.
Kozinets, R. V. (2014). Netnografia: realizando pesquisa etnográfica online. Penso Editora.
Krawczyk, N. (2011). Reflexão sobre alguns desafios do ensino médio no Brasil hoje. Cadernos de pesquisa, 41, 752-769.
Kuenzer, A. Z. O (2000) ensino médio agora é para a vida: entre o pretendido, o dito e o feito. Educação & Sociedade, v. 21, p. 15-39. https://www.scielo.br/j/es/a/LGpgCTxWgVvB3DYzKVWFjwJ/abstract/?lang=pt .
Leão, G.; Dayrell, J. T. & Reis, J. B. (2011). Juventude, projetos de vida e ensino médio. Educação & Sociedade, v. 32, p. 1067-1084. https://www.scielo.br/j/es/a/Jr9sGWbKhNRCFwFBMzLg34v/abstract/?lang=pt.
Lévy, P. (2010). Cibercultura. Editora 34.
Moreira, A. F. B. (2000). Propostas curriculares alternativas: limites e avanços. Educação & Sociedade, 21, 109-138.
Nascimento, I. P. (2013). Educação e projeto de vida de adolescentes do ensino médio. Eccos Revista Científica, v. 31, p.83-100.
Nazário, M. E. S.; SANTOS, W. & Ferreira N. A. (2020). Netnografia da Educação Física na reforma do ensino médio brasileiro: práticas discursivas nas redes sociais Youtube, Instagram, Facebook e Twitter. Motrivivência, v. 32, n. 62.
Nazário, M. E.; Santos, W. & Ferreira N. A. (2021). Netnografia da reforma curricular do ensino médio brasileiro. Revista Brasileira de Educação, v. 26.
Pátaro, C. S. O. & Arantes, V. A. (2014). A dimensão afetiva dos projetos vitais: Um estudo com jovens paranaenses. Psicologia em Estudo, v. 19, p. 145-156.
Rodrigues, A. T. (2016). Base nacional comum curricular para a área de linguagens e o componente curricular educação física. Revista motrivivência, v. 28. N. 48, set.
Sacristán, J. G. (2019). O Currículo: Uma reflexão sobre a Prática. Penso Editora.
Segal, R. L. (2022). “Novo ensino médio” como persistência das desigualdades educacionais?. Educação em Foco, v. 27, n. 1, p. 27018-27018.
Silva, T. T. (2002). Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Autêntica.
Silva, J. S. B. & Santos M. A. F. Estado do conhecimento da reforma do Ensino Médio, Lei 13.415/2017. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, v. 2, n. 22, p. e13966-e13966, 2022. https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/RBEPT/article/view/13966.
Downloads
Published
Issue
Section
License
The authors keep the copyright for their work, assigning the first publication rights to the journal.
The Journal Indagatio Didactica is under the CC BY 4.0 license.
Model copyright statement to be submitted when the article is accepted for publication:
Copyright Statement PT | Copyright Statement EN







