A invenção do eu: apontamentos sobre a vida virtual de António Botto
DOI:
https://doi.org/10.34624/fb.v0i7.6469Palavras-chave:
António Botto, modernismo, homotextualidade, subjectividade QueerResumo
Através de uma laboriosa auto‑representação como ícone gay, António Botto fundou um originalíssimo discurso homotextual, sem predecentes na literatura portuguesa, numa premeditada superação estética da sua condição de dissidência erótica.
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Publicado
2009-01-01
Edição
Secção
Artigos




