Ergonomics and school inclusion
categorization of assistive products for drawing and writing for children with disabilities
DOI:
https://doi.org/10.34624/etd.v0i9.42096Keywords:
inclusive education, assistive technology, pencil adaptersAbstract
Inclusive education in Brazil faces some challenges, such as physical barriers that impede pencil use. Pencil adapters can be a strategy to facilitate school participation. Therefore, this research aimed to categorize the pencil adapters commercially available online. A quantitative, survey, and descriptive study was conducted. To achieve this, market research was first conducted, followed by data collection on pencil difficulties among children with disabilities attending schools in the city of Recife. Subsequently, the adapters were categorized by their characteristics, as well as a correlation between pencil difficulties and product ergonomics. Thirty-seven pencil adapters were found, grouped by similarities into six categories regarding product shape and human-product interaction. By exploring product configurations and categorizing them, it was possible to identify the profile of users who would benefit from the adapters, which can minimize prescription errors and product abandonment.
References
Abd El-Samad, A. A., El-Meniawy, G. H., Nour El-Din, S. M., et al. (2021). Força de preensão e controle manual fino em crianças com paralisia cerebral diplégica: Um estudo transversal. Bulletin of Faculty of Physical Therapy, 26, 28.
Ali, H., Rahman, A., & Ibrahim, S. (2025). Avaliação da força de preensão e pinça em crianças com transtornos do espectro autista: Um estudo transversal. Bulletin of Faculty of Physical Therapy, 30(1), 18. https://doi.org/10.1186/s43161-025-00080-4
Almeida, P. H. T. Q. D. (2012). Análise eletromiográfica da escrita manual: estudo de dois padrões de preensão.
Audi, M. U. (2016). Estudo comparativo do comportamento motor de membro superior em encefalopatas que fazem uso de pulseira estabilizadora. Unesp.br; Universidade Estadual Paulista (Unesp).
BAXTER, M. (2011). Projeto de Produto. São Paulo: Blucher.
BLANCO, R. (2003) Aprendendo na diversidade: Implicações educativas. Foz do Iguaçu.
Brasil. (1990). Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da União.
Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil, 1998. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm.
BRASIL. Portaria Interministerial MF/MCTI/SDH no. 362, de 24 de outubro de 2012. (2012). República Federativa do Brasil, Brasília, DF,24 out.2012.
Brasil. Senado Federal. (2015). Estatuto da Pessoa com Deficiência (3ª ed.). Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas
Cantanhede, E. R., & Soares, I. G. S. S. (2022). Levantamento de requisitos para projeto conceitual de adaptadores a fim de auxiliar crianças com disgrafia.
da Silva, R. W., de Godoy, J. R. P., de Souza, H. A., Knackfuss, M. I., & Barros, J. de F. (2024). Força de preensão palmar, lombar e membros inferiores em portadores de deficiência mental com e sem Síndrome de Down. Observatório de la Economía Latinoamericana, 22(1), 297–312.
DAN, B.; KUNG, J.; FERRARI, C.; VANDENBERGHE, W. (2015). Hand function and motor control in children with cerebral palsy: from physiology to rehabilitation. Developmental Medicine & Child Neurology, v. 57, n. 3, p. 27–33. DOI: 10.1111/dmcn.12631
de Freitas, R. B., de Lima, J. R. S., Almeida, G. K. F. C., Magalhães, Y. C., and Almeida, W. R. M. (2023). Literacy of children with down syndrome supported by a digital game: Alfabetização de crianças com síndrome de down apoiada por um jogo digital. Concilium, 23(19):188–202
EDWARDS, S. J; BUCKAND, D. J., MCCOY-POWLEN, J. D. Grasp for handwriting. (2002). In Edwards, S. J; BUCKAND, D. J., MCCOY-POWLEN, J. D. Developmental & Functional Hand Grasps. Thorofare: SLACK Incorporated.
Garcia, A. (2010, August 9). Desempenho motor de alunos com paralisia cerebral frente à adaptação de recursos pedagógicos. Unesp.br; Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Gil A. C. (2021). Métodos e Técnicas De Pesquisa Social (6th ed.). Atlas.
Gonçalves, A. G. (2010). Desempenho motor de alunos com paralisia cerebral frente à adaptação de recursos pedagógicos.
Iida, I., & Buarque, L. (2016). Ergonomia: projeto e produção. Editora Blucher.
Koch, B. G., & Regina. (2024). Interdisciplinaridade nas disciplinas de Ergonomia e Inclusão e Modelagem e Costura. DObra[S] – Revista Da Associação Brasileira de Estudos de Pesquisas Em Moda, 42, 257–273.
Levitt, S. (2014). Treatment of Cerebral Palsy and Motor Delay. John Wiley & Sons.
Lima. (2017, July). Acessibilidade de alunos com deficiência física nas escolas públicas de Coronel João Pessoa/RN: conquistas e desafios. Ufersa.edu.br.
LÖBACH, B. (2001) Design industrial: bases para a configuração dos produtos industriais. São Paulo: Edgard Blücher.
MAGALHÃES JÚNIOR, C.A.O.; BATISTA, M. C. (2021). Metodologia da Pesquisa em Educação e Ensino de Ciências. Maringá: Gráfica e Editora Massini. Coronel João Pessoa/RN: Conquistas e desafios.
Marcelino, J. F. Q. (2018). Avaliação da usabilidade de adaptações de lápis para a grafomotricidade de crianças e adolescentes com paralisia cerebral discinética [Tese de doutorado, Universidade Federal de Pernambuco]. Universidade Federal de Pernambuco Repositório Institucional
Munari, B. (2002). Das coisas nascem coisas. Martins Fontes.
Narciso, R., Nunes, C., Alves, L., Duarte, E. D., Abreu, M., & de, U. (2024). Inclusão escolar: desafios e perspectivas para uma educação mais equitativa. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências E Educação, 10(8), 713–728.
Organização Mundial da Saúde. (2015). Classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde (CIF). São Paulo: EDUSP.
Paschoarelli, L., Menin, M., Silva, D., Flávia, L., Campos, A., Carlos, J., & Da Silva, P. (2010). Antropometria da Mão Humana: Influência do Gênero no Design Ergonômico de Instrumentos Manuais.
Pereira, Rita, & Presumido, M. (2016). Adequação de demandas funcionais de atividades para a participação escolar de crianças com disfunções neuromotoras. Unesp.br.
POLLOCK, N.; LOCKHART, J.; LAROSE, J. (2012). Development of hand grasp and handwriting performance in children: a systematic review. Physical & Occupational Therapy in Pediatrics, v. 32, n. 4, p. 367–381.
REBELO, A. P.; LOPES, M. C.; ANDRADE, R. (2020). Aspectos motores e sensoriais da escrita em crianças com dificuldades de aprendizagem. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 26, n. 3, p. 481–498.
Regini, V. B. G., et al. (2025). Estratégias práticas para adaptar a sala de aula regular a alunos com autismo. Caderno Pedagógico, 22(6), e15494-e15494.
Sharma, P., Khanna, M., & Das, R. (2024). Comparing the pre-writing skills of diplegic cerebral palsy children to those of normal children. Bulletin of Faculty of Physical Therapy, 29(1), 12. https://doi.org/10.1186/s43161-023-00112-9
Silveira, D. T., & Córdova, F. P. (2009). A pesquisa cientítica. Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. p. 33-44.
Sime, MM (2012). Preensão para escrita manual em universitários: diferentes tipos e sua relação com teste de destreza fina.
Soares, J. M. M., et al. (2014). Assistive technology, design and gambiarra: Perceptual notions of different pencil thickeners through the DS Protocol. In Proceedings of the 9th International Conference on Design and Emotion (pp. 489–499). Bogotá: Asociación Colombiana Red Acadêmica de Diseño.
SOUSA, A. P.; MARTINS, T. A.; LIMA, C. R. (2021). Adaptações pedagógicas e o uso de tecnologia assistiva no processo de inclusão escolar. Revista Educação Especial, v. 34, e2729.
SOUZA, A. M. C.; FERRARETTO, I. (1998). Paralisia cerebral: aspectos práticos. In SANTOS, L. S. B. Adaptações em paralisia cerebral. 2. ed. São Paulo: Memnon, 1998.
TSENG, M. H.; CHOW, S. M. (2000). Perceptual-motor function of school-age children with slow handwriting speed. American Journal of Occupational Therapy, v. 54, n. 1, p. 83–88.